Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens

«A Advocacia em Cabo Verde – Breve Historial» Manuel Brito-Semedo

Título:  Advocacia em Cabo Verde – Breve Historial
Autor: Manuel Brito-Semedo
Género: História
Ano: 2020
ISBN: 978-989-8894-48-9
Formato: 16 x 23,5 cm

Páginas: 236
P.V.P.:


 

Por ocasião do XX Aniversário da Ordem dos Advogados Cabo-verdianos, uma homenagem aos Advogados que ao longo dos tempos deram o seu contributo para a afirmação da Justiça.


«Roteiro do Archipelago de Cabo Verde» Christiano José de Senna Barcellos

Título: Roteiro do Archipelago de Cabo Verde
Autor: Christiano José de Senna Barcellos
Edição Fac-similada organizada por: Wlodzimierz J. Szymaniak e José Silva Évora
Género: História

Ano: 2020
ISBN:
978-989-8894-26-7
Formato: 16 x 23,5 cm
Páginas: 168

P.V.P.: 1.500$00


Hoje, graças ao mundo fan­tás­ti­­­co dos livros, po­de­mos co­nhe­cer me­lhor Cabo Verde, con­­­ju­gan­­do fatores culturais com o pa­­­trimó­­nio histórico ma­terial e, obvia­­mente, com o mar de Ca­bo Verde em todo seu esplendor. Po­demos acres­cen­­tar que o mi­to das ilhas se atualiza principalmente fora e longe de espaços insulares. Os ilhéus, por seu la­do, costumam ver a insularidade co­mo bar­reira e maldição, tão vi­sível, por exemplo, na poesia ca­bo-ver­diana. O Roteiro do Ar­qui­pé­lago consegue aliar o olhar en­­dógeno do ilhéu, fa­mi­lia­ri­za­do com a realidade des­cri­ta, com a objetividade do olhar exó­­geno, frio, perspicaz, mas in­de­pen­den­te. Em consequência, o lei­tor de ho­je pode receber um tra­balho que permite re­des­co­brir ilhas vis­tas desde o mar. Co­mo exemplo basta in­di­car a igre­ja de Al­ca­traz em Nos­sa Se­nho­ra da Luz, na pe­ri­gosa costa ori­ental. Pa­ra apre­ciá-la plena­men­te é pre­ciso ado­tar a pers­pe­ti­va de ma­ri­nhei­­ro, que navega pe­lo mar tur­vo, esmagado pelo ven­to les­te, ba­loiçado pelas on­das enor­mes, e levado pelas cor­ren­tes for­tes.

«Bá Da'l na Rádio!» Carlos Filipe Gonçalves

Título: Bá Da'l na Rádio!
Autor: Carlos Filipe Gonçalves
Género: História

Ano: 2019
ISBN:
978-989-8894-34-2
Formato: 16 x 23,5cm
Páginas: 252

P.V.P.: 1.500$00




Carlos Filipe Gonçalves, que começou a trabalhar na Rádio Barlavento aos 16 anos, conta as recordações dele, de colegas e amigos que lá trabalharam, descreve o contexto social da época e traça o percurso histórico que culmina no assalto e encerramento daquela rádio e do Grémio Recreativo Mindelo em 1974: um acerto de contas numa luta de classes latente desde o início do século XX, que terminou com a nacionalização dos órgãos de comunicação social e um monopólio/situação dominante do Estado que vigora até ao presente.

«O passado hoje - História do liceu em Cabo Verde de 1860 a 1975» Maria Adriana Sousa Carvalho

Título: O passado hoje - História do liceu em Cabo Verde de 1860 a 1975
[Praia • Ribeira Brava • Mindelo]

Autor: Maria Adriana Sousa Carvalho
Género: História

Ano: 2019
ISBN:
978-989-8894-32-8
Formato: 16 x 23,5cm
Páginas: 276

P.V.P.: 1.700$00




A obra conta uma história com 115 anos, que começa em 1860 com a fundação do primeiro liceu em Cabo Verde, na cidade da Praia, na Câmara Municipal, passando pela história do Liceu e Seminário na Ribeira Brava em São Nicolau (1866-1917).
Este livro analisa o processo de instalação do liceu laico em Mindelo (1917), bem como as contendas travadas pela população para a sua sobrevivência do descaso da política colonial.
A autora termina este livro com as tentativas de criação de um liceu público na Praia, que explicam que entre o liceu criado em 1860 e a efectiva implantação de um novo liceu na Cidade-capital (1960), se tenha passado um século.

«Representação Social do Médico em Cabo Verde» Manuel Brito-Semedo

Título: Representação Social do Médico em Cabo Verde
Autor: Manuel Brito-Semedo
Género: História

Ano: 2018
ISBN: 
978-989-8894-17-5
Formato: 16 x 23,5cm
Páginas: 52

 P.V.P.: 600$00





Esta obra aborda o percurso e a história de 16 médicos que trabalharam em Cabo Verde, do período colonial até à independência, bem como a chegada dos primeiros clínicos cabo-verdianos formados no exterior do país.
O livro apresenta sugestões sobre como preservar a história desses doutores e como homenageá-los, como por exemplo: a musealização dos equipamentos médicos antigos, a elaboração da história da medicina em Cabo Verde e a emissão de selos postais.

«Uma história inacabada» Euclides Fontes

Título: Uma história inacabada
Autor: Euclides Fontes
Género: História / Política

Ano: 2018
ISBN: 
978-989-8894-12-0
Formato: 16 x 23,5cm
Páginas: 532

 P.V.P.: 2.200$00




Ao passar pelas páginas deste livro o leitor dar-se-á conta de que a história inacabada de Euclides Fontes não é, afinal, e como se poderia pensar, a história das minudências da vida dele.
É também, e sobretudo, a história de um pe­ríodo crítico da luta pela independência e dos anos que se seguiram, contada na  pri­meira pessoa por quem a viveu. Uma história que tem permanecido obs­cu­ra e mal contada pelos poucos que a isso se aventuraram.

«Apontamentos da História da Ilha do Maio» Adalberto Silva

Título: Apontamentos da História da Ilha do Maio
Autor: Adalberto Silva
Género: História

Ano: 2018
ISBN: 
978-989-8894-11-3
Formato: 16 x 23,5cm
Páginas: 208

 P.V.P.: 1.500$00




«Desde que me apercebi com alguma faculdade de que­stionar sobre a minha existência e a minha identidade, também fui dando conta do meu interesse pelo conhecimento do passado da minha comunidade original, pela história da minha ilha natal.
Na adolescência, apenas podia contar com os relatos orais dos conterrâneos mais velhos, dadas as dificuldades de acesso às fontes de documentação histórica e a inexistência de bibliografia particular. Mais tarde, com algum poder aquisitivo e maiores possibilidades de pes­quisa, passei a coligir apontamentos da história do Maio. Depois veio a ideia de os sistematizar, mas longe da intenção de os transformar em livro, consciente de que tal tarefa deveria caber a especialistas da área.
Durante os trabalhos de sistematização dos apon­tamentos acabei por me convencer de que era meu dever partilhá-los com os patrícios, os amigos do Maio e, de uma forma geral, com todos os que se interessam pelas coisas de história. Assim surgiu este trabalho, que não tem a pretensão de ser mais do que um modesto contributo para um melhor co­nhe­cimento da ilha do Maio e das suas gentes.»

«Histórias da História de Santiago» Nuno Rebocho

Título: Histórias da História de Santiago
Autor: Nuno Rebocho
Género: História / Fotografia

Ano: 2018
ISBN: 978-989-8894-01-4

Formato: 20,5 x 21cm
Páginas: 120
P.V.P.: 2.000$00



Factos marcantes da história de Ribeira Grande de Santiago são passados em revista neste livro: o porquê dos ataques corsários e o seu re­la­cio­­na­mento com a crise dinástica em Portugal em 1580 (as lutas do Prior do Crato contra Felipe II) e a dominância do arquipélago crioulo pe­­la Com­­panhia do Grão-Pará e Maranhão são disso exemplos. Im­por­­­tantes da­­dos sobre a Irmandade dos Homens Pretos de Nossa Se­nho­­­ra do Ro­sá­rio e a “visita” a uma das mais antigas tabankas da ilha de Santiago – a tabanka do Salineiro – completam uma investigação que carreia signi­­ficativos elementos para a importante e rica história de Cabo Verde. 

«Boa Vista - História, Economia, Sociedade e Cultura»
António Germano Lima

Título: Boa Vista - História, Economia, Sociedade e Cultura
Autor: António Germano Lima
Género: História / Economia

Ano: 2017
ISBN: 978-989-99870-7-4

Formato: 21 x 29,7cm
Páginas: 436
P.V.P.: 2.200$00



A obra em apreço debruça-se sobre a formação da identidade boavistense, pelo exame da problemática da descoberta, do povoamento e da consequente colonização da ilha da Boavista.
Aborda a formação das estruturas económicas e sociais da ilha, passando em análise os elementos económicos, como a pastorícia, a agricultura, o comércio e a actividade artesanal, a emergência da sociedade e a evolução da população.
O trabalho foca ainda as estruturas socioculturais que moldaram a mentalidade da população ao longo da sua história, designadamente a religião, o casamento e o ensino, focando as manifestações socioculturais, como a superstição, as festas tradicionais, os cantos e as danças, ressaltando nuances culturais e psicossociais das quais se torna possível um melhor conhecimento histórico-cultural da referida sociedade. A obra estuda também a crise dos meados do século XIX, como consequência, de um lado, de uma conjuntura político-económica internacional desfavorável e, de outro, das fomes e das epidemias.

«A Imagem do Cabo-verdiano nos Textos Portugueses (1784-1844)»
Danilo Santos

Título: A Imagem do Cabo-verdiano nos Textos Portugueses (1784-1844)
Autor: Danilo Santos
Género: História

Ano: 2017
ISBN: 978-989-99747-5-3

Formato: 16 x 23,5cm
Páginas: 264
P.V.P.: 1.900$00



Ao ler os textos portugueses dos finais do século XVIII e a primeira metade do século XIX depara-se com uma certa depreciação e africanização do homem cabo-verdiano. As formas de sociabilidade dos cabo-verdianos eram reprovadas por estes serem demasiados próximos dos “negros africanos”. Estas representações continuam a ser menos conhecidas tanto no domínio da História como nos outros campos do saber. Ora, o presente livro debruça-se sobre a imagem do homem cabo-verdiano construída, pensada e dada a ler, nos textos portugueses produzidos pelos forasteiros no período entre 1784 e 1844.
O corpo textual que sustenta este estudo foi produzido a partir do contacto com as ilhas e os seus habitantes ou, muitas vezes, a partir de informações de terceiros, por alguém cujos padrões mentais e culturais pertenciam a outra realidade. Da longa relação dos portugueses/europeus com os africanos sob a soberania portuguesa no espaço cabo-verdiano desenvolveu-se uma cultura nova e um homem novo – uma nova sociedade, que por um lado reflete o fracasso português na assimilação dos cabo-verdianos e por outro mostra a capacidade de, num espaço novo, através do processo de mestiçagem, que foi quase um fenómeno natural nas ilhas de Cabo Verde, surgir algo novo, com contornos próprios, que se pode caracterizar de cabo-verdiano.

«O Manduco» Edição fac-similada

Título: O Manduco
Edição fac-similada do Jornal O Manduco
Fundador: Pedro Cardoso

Género: História
Ano: 2016
ISBN:  978-989-99610-0-5
Formato: 21 x 29,7 cm
Páginas: 68
P.V.P.: 2.000$00



«O jornal regional da Ilha do Fogo, "O Manduco", Órgão defensor dos interesses da Colónia, volta a circular nestas ilhas, noventa anos depois do seu desaparecimento a 30 de Junho de 1924, agora em edição fac-similada, pelas mãos da livraria de que o seu fundador é patrono, a Livraria Pedro Cardoso.
A reedição d'O Manduco representa o sacudir do pó do tempo e das brumas do esquecimento acumulados sobre este jornal restituindo um pouco do brilho de uma época rica e importante para o percurso de Cabo Verde. (...)»
Manuel Brito-Semedo
(do Prefácio)

«Cabo Verde - Janelas de África (1975-2015)»
Corsino Tolentino

Título: Cabo Verde - Janelas de África (1975-2015)
Autor: Corsino Tolentino
Género: História

Ano: 2016
ISBN: 978-989-99340-4-7
Formato: 16 x 24 cm
Páginas: 522
P.V.P.: 2.200$00



«Cabo Verde: Janelas de África – 1975-2015» atravessa quatro décadas da história recente de Cabo Verde. 
A selecção de textos que compõem esta colectânea revela o percurso de Corsino Tolentino como político, observador e comentarista da realidade que o cerca e também como académico e ensaísta. 
Reúne a sua experiência na área política e diplomática, as suas vivências, opiniões e observação minuciosa, estabelecendo diálogos com o leitor sobre temas fundamentais para a compreensão de Cabo Verde.

«A Primeira Elite Colonial Atlântica - Dos "homens honrados brancos" de Santiago à "nobreza da terra"»
Iva Cabral

Título: A Primeira Elite Colonial Atlântica - Dos "homens honrados brancos" de Santiago à "nobreza da terra"
Autor: Iva Cabral
Género: História

Ano: 2015
ISBN: 978-989-99340-2-3
Formato: 16 x 23,5 cm
Páginas: 292
P.V.P.: 1.900$00



Este livro analisa a formação e desenvolvimento da elite da ilha de Santiago que desde o século XV até ao século XVII evoluiu num processo em que se evidencia uma vincada mudança social. Durante o primeiro século da história do arquipélago, os «homens brancos honrados» de Santiago ocuparam os lugares de topo da sociedade da ilha. Estes homens, brancos/reinóis, muitas vezes nobres, armadores, comerciantes e funcionários da administração central, formaram a primeira elite do arquipélago que estruturou a sociedade cabo-verdiana segundo os seus interesses económicos, as suas práticas culturais, políticas e ideológicas. Os filhos ilegítimos mulatos dos «homens brancos honrados» viriam depois a ocupar os lugares cimeiros na economia e no poder local santiaguense como membros da elite endógena cabo-verdiana, mas sem as facilidades que o comércio lucrativo com a Costa da Guiné propiciava. É a herança que receberam dos seus progenitores que leva a que os homens dessa elite fossem identificados por «brancos da terra» e, não sendo nobres reinóis, fizessem parte do grupo restrito da «nobreza da terra». É esta elite que vai evoluir até à Independência de Cabo Verde. Todo este processo de criação e manutenção de elites decorreu em continuidade, sem rupturas abruptas. É esta especificidade da sociedade cabo-verdiana que a autora apresenta e esclarece neste livro.

«Batuku de Cabo Verde - Percurso Histórico-Musical»
Gláucia Nogueira

Título: Batuku de Cabo Verde - Percurso Histórico-Musical
Autor: Gláucia Nogueira
Género: História / Música

Ano: 2015
ISBN: 978-989-99340-0-9
Formato: 16 x 23,5 cm
Páginas: 164
P.V.P.: 1.700$00



Em prosa e verso, em depoimentos, cantigas e relatos esta obra traça a história do batuku ao longo dos últimos 200 anos. Mostra as mudanças que sofreu no decorrer do tempo enquanto música e dança e também as diferenças do seu estatuto na sociedade cabo-verdiana, conforme as épocas.
No período colonial, era o menosprezo, a repressão. Hoje, o batuku assume traços de vanguarda, é recriado, atrai artistas de outras áreas, urbaniza-se. Está na moda.
Entre esses dois momentos, a história de Cabo Verde no último meio século engendrou uma mudança de atitude crucial face a este género musical. Tirou-o do subterrâneo, tornou-o património. Nesse percurso, a independência foi um divisor de águas.