Título: Código Eleitoral Anotado
Autor: Mário Ramos Pereira Silva
Género: Direito
3.ª Edição
Ano: 2020
ISBN: 978-989-8894-45-8
Formato: 16,5 x 24 cm
Páginas:540
P.V.P.:
Há quinze anos (2005) foi publicada a primeira edição do presente livro e, no espaço de duas semanas, esgotaram-se os quinhentos exemplares dados à estampa, tendo sido feita uma reedição, em Novembro do mesmo ano, para responder à procura que então se verificava. Uma segunda edição (2007) foi lançada em 2008, que consubstanciava a revisão legislativa então levada a cabo, mas esgotou-se, tendo o Código sofrido revisão em 2010.
Ao aproximar-se um novo ciclo de eleições municipais, legislativas e presidenciais (2020-2021), o signatário sentiu-se estimulado a regressar a esta matéria, mantendo o espírito inicial de colocar à disposição do público, um Código Eleitoral Anotado que possa ajudar os partidos políticos, os grupos de cidadãos eleitores independentes e a administração eleitoral, a melhor compreenderem as normas eleitorais.
A presente edição conta com referências actualizadas às deliberações da Comissão Nacional de Eleições e aos Acórdãos do Tribunal Constitucional.
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«Código da Contratação Pública» Org.: Mário Ramos Pereira Silva
Título: Código da Contratação Pública
Organização e introdução de: Mário Ramos Pereira Silva
Género: Direito
Ano: 2019
ISBN: 978-989-8894-31-1
Formato: 10 x 14cm
Páginas: 276
P.V.P.: 1.000$00
"A aprovação do Código da Contratação Pública (CCP) constitui um passo importante na modernização do nosso ordenamento jurídico- administrativo, mas muitas dificuldades vêm sentindo a Administração Pública e os operadores económicos em lidar com o mesmo.
Organização e introdução de: Mário Ramos Pereira Silva
Género: Direito
Ano: 2019
ISBN: 978-989-8894-31-1
Formato: 10 x 14cm
Páginas: 276
P.V.P.: 1.000$00
"A aprovação do Código da Contratação Pública (CCP) constitui um passo importante na modernização do nosso ordenamento jurídico- administrativo, mas muitas dificuldades vêm sentindo a Administração Pública e os operadores económicos em lidar com o mesmo.
Não
obstante as dificuldades, o caminho a percorrer exige paciência, perseverança e
formação, sobretudo forte investimento na formação. O caminho traçado pelo CCP
é o caminho do futuro, já percorrido com muito sucesso por vários Estados de
Direito consolidados e, inclusive, em vias de consolidação; é também o caminho
recomendado por instituições especializadas.
Defender o contrário é renunciar ao futuro."
«Os Caminhos da Reforma da Justiça Administrativa Cabo-verdiana»
Mário Ramos Pereira Silva
Título: Os Caminhos da Reforma da Justiça Administrativa Cabo-verdiana
Autor: Mário Ramos Pereira Silva
Género: Direito
Ano: 2016
ISBN: 978-989-99610-2-9
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 120
P.V.P.: 1.000$00
A lei do Contencioso Administrativo vai para trinta e três anos de vigência e tudo leva a crer que ultrapassará a idade de Jesus Cristo. É um monumento ao imobilismo normativo. A democracia Cabo-verdiana tem destas coisas: uma lei aprovada no quadro dos valores autoritários da I República, foi aplicada durante oito anos no regime de partido único e vinte e quatro na II e Democrática República. É obra!
Este facto consubstancia um grande deficit de tutela dos direitos e interesses legítimos dos particulares perante a Administração Pública, sendo preferível aprovar uma reforma, ainda que não a ideal, do que manter o status quo. É possível ir mais longe: no estado em que as coisas estão qualquer reforma é melhor do que a situação actual.
Autor: Mário Ramos Pereira Silva
Género: Direito
Ano: 2016
ISBN: 978-989-99610-2-9
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 120
P.V.P.: 1.000$00
A lei do Contencioso Administrativo vai para trinta e três anos de vigência e tudo leva a crer que ultrapassará a idade de Jesus Cristo. É um monumento ao imobilismo normativo. A democracia Cabo-verdiana tem destas coisas: uma lei aprovada no quadro dos valores autoritários da I República, foi aplicada durante oito anos no regime de partido único e vinte e quatro na II e Democrática República. É obra!
Este facto consubstancia um grande deficit de tutela dos direitos e interesses legítimos dos particulares perante a Administração Pública, sendo preferível aprovar uma reforma, ainda que não a ideal, do que manter o status quo. É possível ir mais longe: no estado em que as coisas estão qualquer reforma é melhor do que a situação actual.
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